A cirurgia é indicada para pessoas com IMC acima de 40 kg/m² ou IMC acima de 35 kg/m² com doenças associadas, como diabetes, hipertensão e apneia do sono. Também é recomendada para quem já tentou perder peso com dietas e exercícios sem sucesso duradouro.
Sim, a cirurgia é segura quando realizada por um especialista experiente e com acompanhamento adequado. Como qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos, mas a maioria dos pacientes se recupera bem e obtém grandes benefícios para a saúde.
O tempo de recuperação varia conforme o tipo de cirurgia. Geralmente, o paciente fica de 1 a 3 dias internado e pode retornar às atividades leves em 7 a 14 dias. Exercícios físicos mais intensos devem ser retomados após 30 a 60 dias, conforme orientação médica.
Os principais tipos são Bypass Gástrico e Sleeve Gástrico. O Bypass reduz o tamanho do estômago e altera o trajeto do alimento no intestino, enquanto o Sleeve remove parte do estômago, reduzindo a produção de hormônios da fome. O melhor método será indicado pelo cirurgião conforme o caso do paciente.
Sim! Antes da cirurgia, a dieta prepara o organismo para o procedimento. Após a cirurgia, a alimentação é feita em fases, começando com líquidos, depois pastosos e, por fim, sólidos. A reeducação alimentar é essencial para o sucesso da cirurgia e manutenção do peso.
Sim, muitos pacientes experimentam melhora ou remissão do diabetes tipo 2, além da redução da pressão arterial e melhora nos níveis de colesterol. Isso ocorre porque a cirurgia altera o metabolismo e os hormônios envolvidos no controle do açúcar no sangue.
Sim, caso o paciente não siga corretamente as orientações médicas e nutricionais. A cirurgia é uma ferramenta para ajudar no emagrecimento, mas manter os resultados depende de uma alimentação equilibrada e prática de exercícios físicos.
A cirurgia bariátrica é feita por videolaparoscopia, o que significa que são feitas pequenas incisões no abdômen, resultando em cicatrizes pequenas e discretas. Em alguns casos, a cirurgia pode ser feita por robótica ou via aberta, dependendo da necessidade.
O paciente deve passar por uma avaliação completa, incluindo exames de sangue, endoscopia, ultrassom do abdômen, exames cardíacos e pulmonares, além de acompanhamento com equipe multidisciplinar (nutricionista, psicólogo e endocrinologista).
O acompanhamento é fundamental para garantir os melhores resultados. Pacientes que não seguem as orientações podem ter dificuldades na adaptação alimentar, deficiências nutricionais e até reganho de peso. Consultas médicas, exames periódicos e suporte nutricional são essenciais para o sucesso da cirurgia.
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